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MARÉ ALTA

porque a liberdade está a passar por aqui

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Quem anda a semear ventos em busca de tempestades?

 

 

 

 

Percebemos que querem arranjar confusão quando tudo está calmo e alguém começa a promover discórdia. Mais uma vez, a imprensa, de forma direta ou indireta, está implicada.

Joana Marques Vidal está em fim de mandado de procuradora-geral da República. A pessoa que ocupa esta posição é proposta pelo Governo em funções e empossada depois pelo Presidente da República.

Ora para dar base à confusão, alguém se agarrou à Constituição da República Portuguesa para encontrar problemas de interpretação. Para o efeito, o objetivo promove o conflito entre instituições e alimenta a ideia que a CRP precisa de ser revista, e tal como a lei do financiamento dos partidos, atrás de uma desambiguação, mete-se lá mais umas colheradas daquilo que querem alterar, mas não querem falar.

 

Ora pelo que parece o Governo não tem interesse em reconduzir Joana Marques Vidal no cargo pelo que a questão com a CRP deixa de ser questão.

Resta a promoção do conflito entre Governo e PR só que estes só fazem deste tema um assunto se quiserem. O primeiro tem a competência de propor, o outro de aceitar ou não. Sendo que ainda nem sequer existe uma proposta, não há sequer o principio base necessário para que surjam problemas, ou seja, posições opostas.

Acho de qualquer forma interessante que andem a plantar a ideia de atrito, e como a malta só lê as “gordas”, é o atrito que ficará na memória.

 

 Truques da imprensa, dirão alguns…