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MARÉ ALTA

porque a liberdade está a passar por aqui

Do mal, o menos...

 

Aproximam-se a passos largos as eleições nos Estados Unidos.

As eleições primárias ditaram o afastamento do meu preferido, Bernie Sanders a favor de Hillary Clinton para os democratas.

Do outro lado temos uma figura de desenho animado ao estilo South Park, uma caricatura vida de uma parte da sociedade que preferimos ignorar que existe. Um bully, um fanfarrão, um produto mal acabado, destila veneno por todos os lados, não acerta uma, uma mente obscura e desprezível que carrega o nome de Donald Trump.

Hillary Clinton tem uma longa carreira política e só quem não tem opinião é que não é alvo de críticas, no entanto Hillary Clinton carrega na mochila uma quantidade interessante de polémicas que nada têm que ver com posicionamento politico ou opiniões, opiniões estas que têm variado ao longo dos anos mediante os adversários que foi enfrentando. Demonstra muita capacidade de encaixe…

Mas numa luta que é feita a dois, não porque não existam mais candidatos mas porque o sistema favorece o bipartidarismo como se tem tentado em Portugal, acabamos na situação de ter de optar pelo mal menor (até porque dos outros pouco ou nada sabemos).

O mal menor, porque ninguém quer que os vilões tenham acesso a armas nucleares e porque não existem super-herois, é ter de escolher Hillary.

Não me interessa que seja a primeira mulher a vencer, a ter que escolher uma mulher optaria claramente por Michelle Obama. Opto pelo mal menor, Hillary, porque assim fica uma réstia de esperança que as coisas não piorem muito mais.

Com Trump temo o pior.

 

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